segunda-feira, 6 de outubro de 2014


Em Jesus somos chamados a amar incondicionalmente!!!!

       Por algumas vezes já me peguei pensando sobre o significado de seguir a Jesus com a minha vida.
Percebo hoje em nosso tempo que  isso está muito distorcido e confuso na consciência da maioria das pessoas, que parecem estar cegas diante de tanta informação, posto que vivemos em uma sociedade onde a informação está ao alcance de todos mas muitas vezes as informações chegam de forma manipulada e vai condicionando, programando a consciência dessa  geração que, em meio a tantas vozes, ja não sabe pra onde ir ou o que de fato significa seguir a Jesus, ou mesmo ser evangélico, ser do evangelho.
         O que quero trazer a você que deseja seguir a Jesus sobre o chão da vida é uma reflexão simples e profunda do real significado de seguir a Jesus. Não consiste em fazer parte de um grupo, "igreja", associação, rol de membresia, instituição, não consiste em cumprir listas de regras, rituais religiosos, seguir a moral vigente (posto que a mesma é relativa e muda de tempo em tempo ou de cultura para cultura) mas quero que você reflita sobre o que Jesus nos deixa como exemplo de como se vive e diz a nós:  "O que quero, de vocês, meus seguidores,  é que amam-se uns aos outros assim como Eu vos amei até o fim, amem-se de maneira incondicional." Por isso Ele nos disse para amar nossos inimigos pois só amando de maneira incondicional, sem esperar nada em troca, que não depende das condições, [amar e ponto!] seriamos capazes de amar nosso inimigo, pois o amor nos faz enxergar a todo ser humano como irmão e não como inimigo e assim estamos sendo seus seguidores que seguem não uma religião mas o AMOR!!!!

AMEM-SE UNS AOS OUTROS POIS SEM AMOR NADA VALERÁ!

PAZ

NELE QUE ME AMOU DE TAL MANEIRA....

por Hugo Auad

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O DOM DE AMAR



Concede-me Senhor o dom do amor.
O dom de amar todo o mundo,
de amar tudo em toda a terra
e, sobretudo, os homens, nossos irmãos,
que são, por vezes, tão infelizes.
De amar também as pessoas felizes,
que tantas vezes são pobres fantoches.

Dá-nos, Senhor, a força de amar sobretudo 
os que não nos amam,
antes de tudo os que não amam ninguém,
para os quais, quando a Hora soar, 

tudo acaba para sempre.

Que a nossa vida seja o reflexo do Teu amor!
Amar o próximo que está no cabo do mundo;
amar o estrangeiro que está ao nosso lado;
consolar, perdoar, abençoar, estender os braços.

Amar aqueles que se esgotam
em correrias inúteis em redor de si mesmos:
fazer brotar uma fonte no deserto do coração;
libertar os solitários, erguer os prostrados,
abrir com um sorriso os corações fechados. 

Amar, amar...

Então uma grande primavera transformará a terra
e tudo em nós reflorirá.

por Raul Follereau

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O religioso e o pecador

Tenho pensado em como Jesus foi duro com os religiosos de seu tempo. Ao mesmo tempo em que demonstrava profunda compaixão pelos pecadores, direcionava palavras tão francas para aqueles que lideravam espiritualmente o povo que era como se os deixassem nus aos olhos de todos. Jesus expunha-lhes a alma publicamente e esperava que eles examinassem a si mesmos.
Não é difícil saber o porquê Jesus parecia preferir os pecadores aos religiosos. A parábola do Fariseu e do Publicano narrada no Evangelho de Lucas (18:9-14) esclarece um pouco acerca dessa preferência: Jesus a contou para que “alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros” (v. 9) pudessem entender uma verdade: “pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado” (v. 14).
O interessante – e triste – é que observo um comportamento um pouco diferente em boa parte da Igreja de Jesus (corpo) de nosso tempo. Que a Igreja deve pregar o Evangelho, utilizando de franqueza acerca da Verdade, do amor de Cristo, da Salvação e denunciar o pecado, eu não tenho dúvidas. Mas a Igreja tem insistido em pregar contra os pecadores, ao mesmo tempo em que ela se omite a denunciar as aberrações doutrinárias criadas a partir de denominações que visivelmente estão interessadas em fama, poder e enriquecimento, numa manipulação religiosa descarada.
Recordo-me de quando li no livro Maravilhosa Graça, do Philip Yancey, que a Igreja deixou de ser, ao longo dos anos, um lugar para o qual os pecadores desejam ir. Em algum momento da história a Igreja deixou de ser um local para os doentes, os famintos por Deus, os desesperados, os pecadores. Ela se tornou um lugar para pessoas “perfeitas”. E gerações de pessoas começaram a esconder suas falhas, dificuldades de caráter e problemas com o pecado e começaram a vestir suas melhores roupas: cheias de medo, falsidade e hipocrisia.  E herdamos tudo isso.
O que me dá esperança é que o Espírito de Deus age através de seu povo e nem tudo está perdido. Enquanto uma porção de crentes perde tempo na TV, Rádio, mídias impressas e em diversas plataformas da Internet hostilizando tudo e todos os que são contrários aos seus princípios, outros utilizam boa parte dos mesmos recursos para denunciar os religiosos de nosso tempo e acolher pecadores.
O cristão deve olhar o Evangelho e ser impactado por uma verdade: Deus acertou a nossa situação com ele por meio de Jesus Cristo e sem a graça divina não há esperança, pois nunca fomos tão bons assim! Na parábola do religioso e do pecador, deveríamos nos identificar sempre com o pecador, jamais com o homem que se achava justo o suficiente para obter qualquer favor de Deus.

por Andréa Cerqueira